VIVENDO BIBLICAMENTE O MELHOR JEITO DE VIVER. Vivendo Biblicamente.: dezembro 2011
Buscando a Santidade

Seja Santo.

Seja Santo.
I Pedro:1.16

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Se o Nosso Morrer for uma Disciplina? John Piper


Viver para Cristo é bastante árduo. No entanto, morrer para Cristo é também muito difícil. Precisamos de toda ajuda que pudermos obter. É uma questão de fé. Confiaremos nEle até ao fim? Descansaremos em sua graça ou entraremos em pânico, imaginando que somos destinados ao inferno? Saberemos lidar com o medo de que o nosso morrer é um castigo e o prelúdio de algo pior? Oh! quantas dúvidas plantadas pelo diabo! Temos de aprender como repeli-lo com a espada do Espírito, a Palavra de Deus. Esta é outra parte de nossa defesa.
Suponhamos que pecamos realmente de um modo negligente e que desagradamos a Deus. Suponhamos também que sejamos “disciplinados” e “julgados” pelo Senhor, por conseqüência desse pecado, e que Ele nos envie uma doença. Cuidado! Eu não estou dizendo que sejamos “punidos” no sentido de sofrermos a penalidade do pecado. Cristo suportou a penalidade de todos os nossos pecados, na cruz: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados” (1 Pedro 2.24). Porém, usei a palavra “disciplinados” no sentido de repreensão, correção, purificação e preservação de pecados piores. “O Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe” (Hebreus 12.6).
Mas, o que você diz sobre a morte? Deus nos removeria por meio da morte como parte de sua disciplina? O apóstolo Paulo afirmou que, às vezes, Deus faz isso. Ao lidar com os pecados cometidos na Ceia do Senhor, Paulo escreveu:
Quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem [ou seja, que morreram]. Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo” (1 Coríntios 11.29-32).
Em outras palavras, ficar doente, fraco e, até, morrer são formas de disciplinas do Senhor. O objetivo não é a condenação. Isso aconteceu na cruz. Para nós, não há “nenhuma condenação” (Romanos 8.1). O objetivo é “não sermos condenados com o mundo” (1 Coríntios 11.32). Em outras palavras, a morte é, às vezes, um livramento disciplinar que visa salvar-nos da condenação. “Há entre vós... não poucos que dormem [ou seja, que morreram]... para não sermos condenados com o mundo.”
É claro que essa não é a razão de todas as mortes dos preciosos santos de Deus. Não conclua imediatamente que sua doença ou a sua morte se deve a uma trajetória de pecado, da qual você tem de ser libertado. Mas suponha que isso pode ser o que está acontecendo.
Isto é encorajador? Pensar nisto o ajudará a morrer mais tranqüilo, com mais fé e esperança? Minha resposta é que todo o ensino da Bíblia tem como alvo ajudá-lo a morrer, bem como ser um encorajamento para a fé, à luz da verdade (Romanos 15.4).
Então, como esta verdade nos fortalece, para que tenhamos uma morte cheia de esperança? Talvez assim. O pensamento de que somos pecadores não é uma grande ameaça à nossa paz? O pensamento de que Deus é soberano e de que Ele poderia remover a doença, se quisesse, não nos ameaça com sentimentos de temor, quando sabemos que, se a doença permanece, Ele deve estar agindo contra nós? E como lidaremos com esses temores, quando sabemos que somos realmente pecadores e que a corrupção ainda permanece em nós? Nesses momentos, buscamos algum encorajamento na Bíblia mostrando-nos que Deus está disposto a salvar crentes que pecaram e são muito imperfeitos.
No entanto, sabemos que Deus é santo e odeia o pecado, até o pecado cometido por seus filhos. Também sabemos que Ele disciplina seus filhos fazendo-os passar por experiências dolorosas (Hebreus 12.11). Não somos daqueles que afirmam que Deus não tem qualquer relação com as experiências dolorosas da vida. Por isso, buscamos ajuda e esperança na Palavra de Deus, a qual é completamente realista. E achamos em 1 Coríntios 11.32 que a morte dos santos — a morte que é disciplina e julgamento — não é condenação, e sim salvação. Deus está tirando a vida do crente que está em pecado, porque o ama tanto que não permitirá que ele continue no pecado.
Isto é um poderoso encorajamento. Não é fácil de entendermos, nem é ensinado freqüentemente. Mas é uma rocha firme. O que isto diz a todos nós é o seguinte: não precisamos estar certos de que o tempo de nossa morte se deve ao nosso pecado, ou à crueldade de Satanás (Apocalipse 2.10), ou a outros propósitos de Deus. O que precisamos realmente é a profunda segurança de que, se a nossa morte resultar de nossa tolice e pecado, podemos descansar tranqüilamente no amor de Deus. Nesses momentos, estas palavras serão extremamente preciosas: “Somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”. Deste modo, aprendemos a morrer tranqüilos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A LIBERDADE NA ADORAÇÃO

A LIBERDADE NA ADORAÇÃO

Desde que conheci o Amor de Deus, agora sirvo-O com bastante amor, usando a música como meio de louvor e adoração, e de fato é uma forma maravilhosa de aproximar-me Dele.
Estou trabalhando em um coral de música na igreja e quando trabalhamos com música, para Deus, na Igreja, é normal buscarmos cada vez mais a perfeição isso em termos de ensaios, dedicação, para fazermos o melhor. E às vezes isso perigosamente pode tornar-se mecânico, "automático".

Normalmente vêm sobre os ministros de louvor, um peso, uma cobrança até mesmo, para que eles levem pessoas a louvarem ao Senhor em Cultos públicos, e isso é perfeitamente compreensível.
O que eu gostaria de compartilhar nesse momento, é uma experiência que tive a pouco tempo nos ensaios do coral.
Em um dia comum, fazendo algo comum, comecei a cantar uma canção que normalmente gostei de cantar após o coral. Quando percebi, estava prestando atenção no tom da música, se eu estava desafinando, a colocação das palavras e aquilo me cansou de tal maneira que fiquei chateado por não conseguir ficar no tom certo (não me entenda mal, não me cansei de louvar a Deus), e eu parei tudo que estava fazendo e disse ao Senhor: não quero saber se estou desafinando, se estou fora do ritmo, se as palavras estão corretas, eu só quero te adorar!!!! Só isso. Somente eu e o Senhor.
E foi a parti desse momento que percebi que realmete não estava treinando o bastante pra fazer um bom coral e comecei a prestar mais atenção no tom, e me esforça mais. No momento que fiz isso, senti uma liberdade tão grande, creio eu, ser como aquela liberdade com que Cristo me libertou!!! Algo maravilhoso.

Póis seja o que for que fazemos mesmo sem o dom, temos que procurar fazer o melhor possivel, pois temos que ter sempre em mente que tudo que fazemos é para a Glória de Deus (I Cor:10.31). O interessante que mesmo após alguns anos que já sirvo à Jesus, o que me fascina é a novidade de vida que o Evangelho promete e cumpre. A cada dia Ele deseja nos guiar e nos ensinar em amor.
Serví-Lo nunca deverá ser um peso, uma mesmice, mas algo renovador, algo que nos atraia.
Talvez você que lê nesse momento também passou, ou até passa uma situação parecida. Podemos sim, ser organizados, treinados para fazer as coisas com excelência, mas nada pode tirar de nós a verdadeira essência da adoração, que é a liberdade no coração, em verdadeiramente colocar JESUS acima de tudo e todos, algo pessoal e íntimo com ELE.


Sinceramente, deve ser o desejo de atraí-Lo para mais perto de nós................essa é a verdadeira liberdade na adoração!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

QUAL A SUA ESCOLHA?

QUAL É A SUA ESCOLHA? Queridos irmãos e visitantes desse blog, é com toda humildade e temor e tremor a que venho apresentar o verdadeiro evangelho que salva a nossa alma da ira vindoura. E pergunto qual é a sua escolha? Saiba de uma coisa que Jesus Cristo foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro, e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca (Isaías:53-7) e foi no getsêmani que Jesus orou se entregando ao pai, pois fez isso por amor a nós e os cravos em suas mãos são os nossos pecados que Ele pagou juntamente com sua humilhação e fez tudo isso por amor a nós, pois ele tudo suportou e carregou a nossa cruz nos seu corpo a sofrer e foi por voçê que Ele mostrou tanto amor. Saiba que Ele te chama (Mateus:11.28.20) e esta do lado de fora do seu coração batendo na porta do seu coração querendo entrar e dar a sua vida (Apocalipse:3.20) e se você recebe a Ele que é o teu Salvador recebe também o Pai que esta no Filho (Mateus:10.40) e se com a tua Boca confessar que Jesus é Senhor e crer em teu coração será salvo (Romanos:10-9,10) e mesmo que você passe por tribulações e se você perseverar até o fim será salvo (Mateus:10.22) por que nesse mundo vamos passar por tribulações, mais se você sofrer como cristão não se envergonhe disso, pois Deus é glorificado em você, (I Pedro:4.16) e você está vivendo uma vida em santidade, então, encomendamos a nossa alma ao Fiel Criador (I Pedro:4.19). JOÃO 12:48 .Quem me rejeita, e não recebe as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia. MATEUS 10:39 Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Formação espiritual

Faça sua Formação espiritual

Uma transformação real, à imagem de Cristo, é possível" "O trabalho de formação nos ensina a dar as costas às nossas vontades e focar necessidades reais, como a de anular o ego, tomar a nossa cruz e seguir arduamente Jesus."

O mundo cristão de hoje clama pelo crescimento de uma teologia que trabalhe na cruel realidade da vida diária. Infelizmente, muitos têm desistido da possibilidade de crescimento em relação à formação espiritual. Um vasto número de pessoas bem intencionadas tem se exaurido no trabalho da igreja e descoberto que isto não influencia substancialmente suas vidas espirituais. Elas descobriram que simplesmente eram impacientes, egocêntricas e medrosas quando começaram a carregar o fardo pesado do trabalho na igreja. Talvez até mais.

Outros têm submergido em múltiplos projetos de trabalhos na área do serviço social. Mas quando o ardor de ajudar aos outros esfria por um tempo, eles percebem que tantos esforços hercúleos deixaram poucas marcas duradouras em sua vida interior. De fato, deixaram-nos mais doloridos pela frustração, raiva e amargura. Há também os que ainda têm uma prática teológica que não permite crescimento espiritual. Havendo sido salvos pela graça, essas pessoas têm ficado paralisadas nisso. A tentativa de qualquer progresso espiritual tem um sabor de “obras de retidão” para eles. Sua liturgia diz que eles pecam em palavras, pensamentos e atitudes diárias; então, pensam ser esse seu destino até morrerem. A perspectiva do Céu é o seu único alívio nesse mundo de pecado e rebelião. Conseqüentemente, essas pessoas bem intencionadas vão sentar em seus bancos na igreja – e, passado algum tempo, vão perceber que nenhum avanço foi feito em suas vidas com Deus.

Há um mal-estar geral que nos toca a todos. Parece que nos acostumamos à normalidade da disfunção. A constante exploração da mídia em relação às torrentes de escândalos, vidas partidas e mazelas de toda sorte nos deixa não muito mais do que simplesmente chateados. Temos que esperar um pouco mais do que isso, ao menos de nossos líderes religiosos – talvez, especialmente de nossos líderes. Esta disfunção em toda parte é tão infiltrante que é quase impossível termos uma visão clara do progresso espiritual. Modelos exuberantes de santidade são raros hoje em dia; entretanto, ecoando através dos séculos até aos dias de hoje, estão inúmeras testemunhas que nos contam sobre uma vida muito mais abundante, profunda e completa. Em qualquer posição social ou em qualquer situação da vida, eles encontraram uma vida de “retidão, paz e alegria no Espírito Santo”, possibilidade descrita em Romanos 14.17.

É a nossa tarefa que precisa consumir a parte principal de nossa energia nos próximos 30 anos. Se nós não fizermos um progresso real nessas frentes, todos os nossos esforços vão evaporar e secar. Deus tem dado a cada um de nós a responsabilidade de “crescer em graça” (II Pedro 3.18). Isto não é algo que possamos transferir para os outros. Nós temos que tomar as nossas cruzes individuais e seguir os passos do Cristo crucificado e ressurreto.

Todo trabalho de formação autêntico consiste em “trabalhar o coração”. O coração é a fonte de toda ação humana. Todos os mestres religiosos constantemente nos chamam, quase de forma enfadonha, para que nos voltemos e purifiquemos os nossos corações. Os grandes sacerdotes puritanos, por exemplo, mantiveram a atenção nesse ponto. Em Mantendo o Coração, John Flavel, um puritano inglês do século 17, adverte que “a maior dificuldade na conversão é ganhar o coração para Deus; e a maior dificuldade após a conversão é manter o coração com Deus”. Quando estamos trabalhando o nosso coração, as atitudes externas nunca são o centro da nossa atenção. Atitudes visíveis são o resultado natural de algo profundo, bem mais profundo.

 “As atitudes seguem a essência” – nos lembra que a nossa atitude está sempre em acordo com a realidade interna do nosso coração. Isso, naturalmente, não reduz as boas obras à insignificância, mas as tornam questões secundárias; meros efeitos, e não causas. O significado principal é a nossa união vital com Deus, nossa nova criação em Cristo, nossa imersão no Espírito Santo. É essa vida que purifica o coração. Quando o ramo é perfeitamente unido à videira, que é o Senhor, o fruto espiritual é natural.